Geral Na prática

Universidade Federal de Mato Grosso reforça sistema de cibersegurança

Quase 30 mil alunos e colaboradores da instituição contam com sistema de proteção avançado composto de firewalls de próxima geração e software de gerenciamento da Palo Alto Networks

A Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), referência em ensino e pesquisa na região Centro-Oeste, implantou a Palo Alto Networks (NYSE: PANW), líder global em cibersegurança, para reforçar a segurança da rede da instituição com firewalls de próxima geração e outras soluções.

A Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) foi fundada em 1970 e conta com quatro campi por todo o estado: Cuiabá (o principal), Araguaia, Sinop e Várzea Grande, e a Universidade Federal de Rondonópolis, tendo em vista a tutoria da UFMT sobre essa instituição.

Antes, a UFMT era protegida por software livre o que trazia diversas limitações – a mais preocupante era a demora na identificação de ameaças

De acordo com o Relatório de Gestão 2016-2018, publicado em 2019, a UFMT possui cerca de 25 mil estudantes, 2,4 mil docentes e 1,3 mil técnicos-administrativos. Tais números são muito significativos do ponto de vista de cibersegurança, e a necessidade de se contar com uma rede segura é primordial.

Antes, a UFMT era protegida por software livre o que trazia diversas limitações – a mais preocupante era a demora na identificação de ameaças. Para adequar a proteção à importância da Universidade, a UFMT estudou as soluções de firewall disponíveis no mercado e a partir de um Estudo Técnico Preliminar, compreendeu que a solução Palo Alto Networks atenderia as suas necessidades. Logo, a solução foi adquirida por meio da integradora parceira, Approach, a qual deu todo o suporte durante o processo de implantação.

Na orquestração da nova arquitetura de cibersegurança, foi aplicado o firewall de próxima geração PA-3250, que classifica todos as aplicações, em todas as portas, o tempo todo e aplica políticas de segurança para qualquer usuário e em qualquer local, bloqueando ameaças conhecidas e desconhecidas. O WildFire, que entrega por nuvem análise de malwares, também foi aplicado, bem como o Panorama, software que gerencia de devices e armazenamento de logs em toda a rede.

“Hoje quando temos alguma demanda de segurança, a resolução é bem mais rápida do que antes, quando usávamos uma solução gratuita. Isso nos ajuda muito e nos dá uma sensação de segurança muito boa”, declarou Hernane de Paula Ferreira Junior, coordenador de Infraestrutura e Gestão de Segurança da Informação da UFMT.

“Estarmos presentes na cibersegurança de uma instituição tão importante e tradicional nos deixa muito contentes”, disse Marcos Oliveira, country manager da Palo Alto Networks Brasil. “O objetivo da nossa empresa é sempre tornar o dia seguinte mais seguro do que o anterior, e com isso podemos possibilitar que os alunos e colaboradores desfrutem de um ambiente seguro para realizar suas tarefas”.