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Operação Latam da Seal Telecom já representa 15% do faturamento bruto da empresa

Plano agressivo de expansão visa dobrar o faturamento com as ações realizadas nos cinco países que a empresa está presente na América Latina

A Seal Telecom, multinacional brasileira de tecnologia em engenharia, está colhendo os frutos do investimento da sua expansão para a América Latina. Em 2019, as operações nos seis países latino-americanos, exceto o Brasil, em que está presente, já representam cerca de 15% do faturamento da empresa como um todo. Para 2020, a companhia pretende dobrar o seu rendimento e aumentar em 40% o número de colaboradores nestes países.

Presente na Argentina, Chile, Colômbia, México e Peru, a empresa está há três anos em processo de internacionalização, mas foi em 2019, que intensificou os investimentos e trouxe Ignácio Lucero para o cargo de Vice-Presidente para a América Latina.

Para 2020, objetivo é dobrar o faturamento e aumentar o número de colaboradores em 40%

Com a estratégia de dobrar o tamanho da operação e abrir novos mercados, a empresa alcançou seus objetivos neste ano. Além de iniciar a atuação no Peru, a Seal Telecom Latam cresceu 78% em mão de obra e dobrou seu faturamento em relação a 2018 e deixou de representar 5% no faturamento bruto da empresa para representar 15%.

Para 2020, além de dobrar novamente o faturamento e aumentar o número de colaboradores em 40%, a operação Latam pretende atingir 25% do faturamento total da Seal e dentro de cinco anos o objetivo é chegar a 60%.

“Com relação ao nosso posicionamento, 2019 foi um ano com muitos desafios. Fizemos um trabalho muito forte para consolidar a marca e estamos colhendo os frutos. Em 2020, continuaremos com os investimentos e a expansão. A ideia é que possamos oferecer todas as verticais e soluções oferecidas pela matriz no Brasil também nos países da América Latina, conseguindo isto, expandiremos exponencialmente”, conta Ignácio.

“Chegamos no Peru no final de 2019, queremos explorar este mercado, mas não paramos de analisar as oportunidades de crescimento. Outros países têm chamado a nossa atenção”, completa o executivo.