IA: ser humano será substituído por máquinas?

Em evento By Members do LIDE Paraná, o CEO do ROIT BANK, Lucas Ribeiro, garante que, como toda revolução, muitas mudanças ocorrerão, contudo, isso não significa que acabarão empregos.

Não é nenhum segredo que os serviços de robotização são primordiais para o progresso e a competitividade das empresas. A previsão é que, até o fim deste ano, conforme aponta levantamento da HSR Specialist Research, só o mercado de Robotic Process Automation (RPA) alcance a cifra de US$ 1,2 bilhões. Mas, no Brasil, o caminho ainda é longo para que as empresas, muitas ainda dando seus primeiros passos nesta jornada, melhorem suas capacidades de automação inteligente.

Então, com o intuito de fazer um debate do mercado de automação do Brasil e compreender em qual posição se encontram as empresas de variados portes e segmentos para atender às novas demandas e capacidades trazidas pelo avanço da automação inteligente, é que foi realizado, no ROIT BANK, o evento By Members do LIDE Paraná.

Na ocasião, Lucas Ribeiro, CEO do ROIT BANK, ao apresentar a palestra “Transformação Digital na Prática: como aplicações de inteligência artificial e robotização transformam processos e dão eficiência às médias e grandes empresas”, levantou uma das questões mais discutidas no momento: “Afinal: a inteligência artificial vai eliminar vagas de emprego?”.

Para alívio de muitos, a resposta foi negativa: como toda revolução, muitas mudanças ocorrerão, naturalmente, contudo, isso não quer dizer que os empregos serão extintos. Mesmo porque, quem se lembra dos automóveis que deram fim às carruagens, mas, em compensação, criaram outros mercados e outras profissões? Das locadoras de vídeo, extintas graças à internet? E das máquinas de datilografar, substituídas pelo computador? “Então, com a inteligência artificial (IA), o humano continuará parte do processo, mas ele é exceção à regra, entrando em cena nas situações em que os robôs não conseguem operar”.

Na oportunidade, ele apresentou o mais novo produto da única fintech contábil ou accountech para as médias e grandes empresas: a Esteira Mágica, lançada há apenas 1 ano e que já foi premiada duas vezes internacionalmente.

Com a solução, baseada em IA, automação de processos e machine learning (aprendizado da máquina), a empresa consegue inverter o fluxo tradicional de processos contábeis, fiscais, de pagamentos e entradas de notas fiscais, eliminando, inclusive, a operação manual no software de gestão (ERP), minimizando, assim, o envolvimento humano nesses processos e possibilitando mais foco em decisões estratégicas.

“Quando a empresa tem uma unidade, o pagamento de contas e tributos não é uma tarefa tão difícil, mas quando falamos em 300, 600, 1.000 unidades, trata-se de um processo bem trabalhoso de ser feito. Qualquer erro ou equívoco pode resultar em perdas financeiras expressivas e vários problemas de árdua solução”.

O propósito da Esteira Mágica é atingir, de forma célere, 90% de acuracidade, sendo 10%, no máximo, deixados para tratamento humano de exceção, de maneira pontual e eficiente.

O evento By Members foi realizado pelo Lide Paraná, considerada a mais qualificada plataforma de gestão empresarial do país, e pela Vertical Futuro, entidade composta por pessoas físicas que estão transformando e impactando os seus mercados com novos modelos de atuação, novas tecnologias e negócios disruptivos, bem como líderes sociais e empresariais, dispostos a desenvolver redes de relacionamento, influência, atualização e aperfeiçoamento de conhecimento.