CloudWalk propõe uma rede de pagamentos ‘interplanetária’

A CloudWalk, rede de tecnologia de pagamentos que recentemente anunciou um aporte de USD 150 milhões e se elevou ao status de unicórnio, divulgou essa semana um curta-metragem que marca o novo posicionamento da empresa e celebra pilares como o futuro, a tecnologia e o empreendedorismo.

Nesta nova etapa de sua história, a CloudWalk anuncia que está migrando de uma terceira geração de adquirência para se tornar uma rede de pagamentos “interplanetária”: uma alusão às fronteiras rompidas no setor de pagamentos, cada vez mais ágeis e onipresentes em diferentes ambientes.

Novas soluções, como o PIX, vêm para expandir as relações entre lojistas e consumidores, e o filme celebra essa evolução. Este é o início de uma nova era para a CloudWalk, que tem como objetivo maior facilitar qualquer troca de valor, seja na Terra ou onde quer que haja vida humana.

O lançamento do curta fez parte da programação de uma live gratuita e aberta ao público pelo canal da InfinitePay no Youtube. “Machines who dream: Nós, o futuro ” inaugurou o que será uma a série de eventos que reúne personalidades relevantes do universo da tecnologia para pensar e debater sobre o futuro. Participaram da estreia Lídia Zuin, jornalista e pesquisadora em futurologia, Luis Silva, CEO da CloudWalk, Pedro Terra, Head de Pesquisa & Desenvolvimento da empresa, e Paulo Perez, CDO da companhia.

A mediação foi da arquiteta, designer e pesquisadora Rita Wu, figura inquieta do mundo maker conhecida por suas atitudes revolucionárias e impactantes no meio dos inventores e que agora também faz parte do quadro de colaboradores da CloudWalk como Content Producer.

No evento, ela explorou futuros, possíveis e desejáveis, a partir da premissa de que não conseguimos mais projetar nada sem pensar na hibridização entre homens e máquinas, estas que serão cada vez mais necessárias à inovação e para a nossa evolução como espécie. Esta série de eventos da CloudWalk reunirá personalidades importantes da tecnologia para produzir pensamento, imaginar, sonhar e construir futuros. O painel debateu a visão de um futuro no qual não estamos separados da tecnologia e questionará se nós já não somos máquinas.

De forma semelhante, inspirado no grande papel que a tecnologia tem para promover mudanças em prol da evolução da humanidade, o curta estimula o público a pensar, assim como a própria CloudWalk, sobre onde querem chegar no longo prazo – como empresa ou civilização. Ele está em linha com o que a companhia acredita para o futuro dos meios de pagamento e para a humanidade: as máquinas serão cada vez mais necessárias para a inovação e a evolução do planeta.

“Nós nascemos na cloud (computação em nuvem) e vamos para muito além dela por meio da inteligência artificial e do blockchain. E vale dizer que o mote do curta-metragem não é uma metáfora: projetar uma rede de pagamentos interplanetária não é um sonho, é a nossa real visão de futuro para o setor”, diz Paulo Perez

O dia mais longo do ano
A data de lançamento do filme também não foi escolhida aleatoriamente: 21 de dezembro marca o início do verão no hemisfério sul e do inverno no hemisfério norte. O chamado “solstício de verão” é uma data celebrada por diversas culturas e trata-se do momento em que o polo sul atinge sua inclinação máxima em relação ao Sol, gerando o dia mais longo do ano nesta metade do planeta.

Em várias culturas, esta data simboliza encerramentos e inícios de ciclos. O curta se vale desta crença e a utiliza como o marco de um novo começo para a CloudWalk e o seu público: ele leva a audiência em uma viagem por diferentes planetas e faz referência a várias tecnologias usadas ao longo da nossa história, abordando sob diversas perspectivas o futuro da humanidade e do setor de pagamentos, além da própria trajetória da empresa.

Pilares para a mudança de jornada
Alguns pilares trazidos pelo curta-metragem são: o incógnito, algo não evidente aos olhos e que traz a chegada de descobertas; a visão, por meio de um farol, que significa o caminho – e o futuro – sendo iluminados pelo horizonte que ganha notoriedade. A jornada avança e exige, literalmente, o pilar da força – atrelada à inteligência – para mudar a rota caso necessário. Há também uma importante referência ao futuro: quando uma empresa ou as pessoas se limitam a esperá-lo, ele nunca chega. Agir, seja nos negócios ou para uma mudança de vida, é a essência da transformação. Ou seja, toda inovação requer um movimento, uma ação para mudar o presente.

“O filme é um mergulho em incríveis criações da humanidade e da natureza para mostrar que estamos além do presente, desbravando os limites da Terra. Ele trabalha com elementos que marcam e marcaram a história do ser humano – desde tecnologias usadas no passado e na atualidade, passando pelas moedas digitais e a descentralização do setor de pagamentos, celebrando a revolução pela qual o setor vem passando, até, finalmente, alcançar o futuro”, explica Paulo Perez.

O filme foi totalmente criado e produzido pela CloudWalk, e contou com mais de 10 colaboradores do time de design no seu desenvolvimento, que durou três meses. O estúdio sonoro Combustion ficouresponsável pela produção da trilha e dos efeitos sonoros”.

“Esse é um momento muito importante para a CloudWalk, pois queremos apresentar oficialmente nossas visão e valores, aumentando o nosso reconhecimento de marca e avançando rapidamente em nossas estratégias”, diz Paulo Perez.

A live de lançamento do curta marca também o início de uma série de eventos da CloudWalk, intitulada “Machines Who Dream”, que discutirá novas tecnologias, entre elas blockchain, NFTs e metaverso. Por isso, NFTs raros inspirados no filme serão distribuídos com exclusividade para quem estiver assistindo ao evento ao vivo.